Saleyna.


Faz tempo que não passo por aqui. Estou na correria do dia-a-dia. Mas sei que isso não é desculpa para não escrever. Enfim, numa das paradas, eis que surjo, calma, serena e feliz. Meus projetos estão acontecendo, minha vida está fluindo. Não penso mais no que passou, mas sinto saudades enormes de tudo. Pessoas, lugares, vozes, cheiros, gostos... A calmaria me persegue, mas fujo dela, estou correndo sempre. Não dá pra parar, nem quero, é uma mola, um energético: viver. A ausência às vezes faz bem, mas cansa. Por isso voltei, estou aqui, escrevendo e lendo, lendo e corrigindo, corrigindo e rindo. Como alguém pode ser tão bucólica? Eu sou?, me pergunto. Dia desses alguém me falou: "Você foi fisgada!". Menina, abafa... Mudando de assunto. Acho que estou apaixonada. Descobri isso ontem, semana passada. Minha amiga disse: Você está diferente! Sorridente, feliz!!!! Ah, jura?! Estou mesmo, fui fisgada. Pelo amor, pela vida, pelo meio, pelo mundo. Fiz fotografias, filmei meu sobrinho, flertei com meu umbigo e sorri. Muito, demasiadamente. Mas chorei e refleti. Daí descobri: estou apaixonada! Falei pra ele: Quer ficar comigo? Me quer pra sempre? Então toma uma atitude! Se não, toma uma atitude também. A solidão na multidão é a pior de todas. Quero companhia, estar sozinha sozinha, comigo, eu comigo. Mudei minha rotina, minha alimentação, meu motivo de sorrir. Não quero incertezas, desilusões. Atravessei o deserto do caos e da maldade, e me dei conta que a vida é apenas uma. Decidi fazer uma tatuagem, marcar meu corpo com lembranças boas. Homenagear quem tanto amo: EU, Papai, meus amigos de Santos, Silvino Santos, os Santos e Santos. A fé me fez ver que tudo isso é bom, não dói, não humilha. Por isso, pra mim chega. Quero mais! Em breve volto, com novidades do festival de cinema. está começando....

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